Juro que se chegou a ver a luz, aquela luz branca de que os post-mortum (ou raio como isso se chama) lhe chamam. Seria a luz do Senhor, ou o Diabo com um holofote enganativo? Ou talvez até fosse os máximos de um carro. De repente:
Ainda se ouviu um piiiii agudo e longo para, depois e gradualmente, ficar o silêncio...
E porque ontem foi o dia Mundial Contra a Homofobia
Não que eu seja um anti-extremista homofóbico, pois, não me considero igual a eles.
Recebi este texto de um mail através de FWDs consecutivos, no entanto apagaram o autor. Achei o texto tão bom que decidi publicá-lo:
Estimado Ratzinger
Há uns dias atrás ouvi uma notícia que me fez rir e envergonhar ao mesmo tempo.Rir pela audáciosa estupidez de um homem de carne e osso como todos os outros pretender julgar o seu semelhante, doutrina bem contrária ao HOMEM que um dia criou sem querer o Cristianismo, e envergonhei-me pois eu sou crente,cristão e ainda por cima sou Católico.
Claro que a notícia de que falo é a de que os homosexuais não podem ser parte da comunidade católica profissional,ou seja padres,muito menos Bispos etc...
Em primeiro lugar quero dizer-te,pá,que Deus(que Joâo Paulo Primeiro muito graciosamente disse poder ser femenino!!!!,será por isso que morreu tão cedo e de maneira tão escuramente guardada pelo vaticano???)se realmente criou tudo e todos, então tambêm criou os homosexuais,homens ou mulheres e os bi-sexuais e os hetro, e as plantinhas e as vaquinhas que depois de mortas e arrancada a pele dão os teus sapatos caríssimos Italianos que compras sem olhar á fome do Mundo e devias dar o exemplo,pá.Fica mal,pá.E também criou as ovelhinhas que dão a lã para fazer os fatos caríssimos que tu compras e que nenhum Papa antes de ti comprava...tambêm fica mal,pá,afinal há milhões de humanos como tu que não têm nem uns calções rotos para pôr..É como mínimo chato,pá.
Só para te lembrar de que quando morreres vais prestar contas a Quem de direito,segundo a tua própria Igreja,de que o Mundo era bem melhor sem ti sentado na cadeira de PEDRO,de que as pessoas são todas iguais,tal como tu,de que Cristo protegia os mais marginalizados e não promovia descriminação como tu estás a fazer,pá,é chato,já,Cristo não vai gostar pá,de que quando Jão Paulo II recebia gays e prostitutas no Vaticano tu ficavas possesso e isso é coisa do Outro pá,não é coisa de Deus Pai, também quero lembrar-te que o que faz um "Padre" Santo não é andar de saias brancas pelo Vaticano,pá nem a cagar moral quando lá dentro de "casa" os escândalos sexuais são mais que muitos.Ser Santo Padre É MUITO MAIS QUE ISSO,pá. É ser por exemplo como João Paulo II. ,Ecuménico,consiliador das religiões não Cristãs de todos os homens e mulheres principalmente os mais necessitados e marginalizados,pá.Assim como Cristo nos ensinou,pá. Topas?Ou essa cabecinha ainda anda nas juventudes do teu tempo no teu País????Esqueceste?NÓS NÃO!!!!!!
Nunca nenhum Papa pediu a demisão....Podias ao menos ser o Primeiro em algo positivo para o Mundo.Pensa nisso pá.
A menina já vive na sua nova mansão desde ontem, oficialmente sozinha desde hoje. A primeira noite não foi espectacular, mas a sensação de cá estar é um misto de alívio, alegria, e muitas outras coisas mais que não consigo exprimir. Ainda não está cá tudo, mas já está bastante habitável... Agora resta fazer a lista de não casamento, com os elementos que ainda por cá faltam...
Hoje iniciei a minha actividade profissional como fotógrafo, pelo menos nas finanças. Agora só fica a faltar o curso para aperfeiçoar as minhas técnicas.
Pior, quando terminei e saí cá para fora vi um montão de gente na praia de Oeiras.
Só me apeteceu telefonar para o trabalho e inventar que estava doente. Mas a consciência foi mais forte e, contrariado, lá fui pela marginal até ao trabalho.
Falo daqueles existentes nas empresas, os comuns a uma série de salas. Aqueles que tem um controle master que ninguem sabe nada, nunca ouviram falar nem viram. E quando aparecem os técnicos porque nos queixamos que não fazem frio mais parecem aqueles mecânicos que põem a cabeça dentro do capot do automóvel durante uns minutos mantendo-se em silêncio, endireitam o corpo, afagam o queixo com a mão para dar um ar de entendido e de repente soltam um "Pois...". Pois digo eu, que para pagar alguém para fazer isto eu mesmo o faço: "Pois!!!".
Já há 3 anos que trabalho nesta empresa e os "ares-condicionados" nunca conseguiram dar frio. Os técnicos tem sempre o mesmo aspecto: encafuam-se pelas tubagens a dentro e saem com um "Pois..." na boca.
Eu e os meus colegas estamos a pensar comprar um ar-condicionado portátil, ah POIS estamos, porque o Verão aproxima-se e não podemos vir de calções, ah POIS não...
AV(C) says: olha lá, e se fôssemos tipo às 12 ao ikea comprar o material para a casa de banho? Zoick says: ok AV(C) says: depois íamos almoçar a sintra (como dois belos namorados num almoço hiper-romântico) AV(C) says: e de volta passávamos pela rádio popular Zoick says: ahhahahhhhahahah AV(C) says: à tarde, ou limpezas ou caixotes, dependendo da disposição AV(C) says: que te parece este plano MARAVILHOSO?
Já que o bebé não está cá toca de ter um almoço romântico com a AV. Será que pedimos velas para a mesa?
Um abraço romântico, Zoick
P.S. (16:06): Continuo a não conseguir publicar esta posta. Logo hoje que estava cheio de vontade de postar várias coisas...
Pois é... Foram tantas as prendas que o Zoick recebeu, que nem se lembrou de uma em particular. A que lhe foi oferecida pela sogra (a minha querida mãe). Vejam lá este belo exemplar de suíno com a sua prol. Estavam deliciosos! Mákegête!!!
Eu e o bebé tiramos uns dias e fomos para fora lá fora... Decidimos ir conhecer os Picos da Europa que tanto já tinhamos ouvido falar, bem, claro! Fomos acompanhados do Golfinho que muito bem se portou e como é agradável fazer uma longa viagem nele. Estou a adora-lo! Já repararam na matricula?! ;)
Fomos de Oeiras directos a Vila Nova de Cerveira onde almoçámos para depois passarmos para o lado de Espanha. A ideia era conhecer a costa desde o Monte de Santa Tecla (do outro lado de Caminha) até Vigo, passando por Baiona. A verdade é que além do monte o resto não foi muito agradável. Andamos por estradas feias e muito perto das zonas industriais de Vigo sem nada para ver.
Assim, decidimos nem parar em Vigo e ir para Santiago de Compostela. O bebé já lá tinha estado, mas eu não conhecia. Como sou tipo "em Roma sê Romano" decidi abraçar o Santiago na Catedral, seguindo as indicações de um monge que lá se encontrava. A verdade é que abracei com tanta força que quase vimos o busto de Santiago a vir parar ao meio do altar!!!
A seguir foi percorrer caminho até chegarmos a Cangas de Onis, incluindo estrada nacional de 130 Kms que foi uma seca. Mas valeu a auto-estrada na parte final que nos entreteve com as distâncias percorridas dentro de túneis consecutivos.
No dia seguinte andámos pelos Picos da Europa com o bebé a guiar cheio de stress porque as espanholas não saíam da frente dele. Visitámos Covadonga e os Lagos com paisagens de encher os olhos.
No regresso viémos por Salamanca onde nos espojamos no chão da Plaza Mayor a admirar os transeuntes, uns nativos, outros nem por isso. Nessa noite fomos ficar a casa dos meus pais para o bebé ter a oportunidade de melhor conhecer os sogros... ;)
Assim foram umas férias que há muito não tinhamos.
Essas novas multas no valor de 2,52€! Sim, aderi ao novo sistema que é pôr 1€ nas máquinas, deixar lá o carro durante todo o dia e no final ter uma multa de 2,52€. Resultado: paguei 3,52€. Antigamente pagava cerca de 6€ ou mais pelo dia inteiro...
Sei que já passaram 20 dias desde o "ano novo" mas se estamos numa onda de pecar cá vai mais um pecado: a luxúria!
Esta foi uma das prendas, um passeio de helicoptero. Saímos de Tires e fomos direitinhos a Sintra, démos a volta na Ericeira e voltamos pelo Cabo da Roca. Um passeio bem lindo. No entanto continuo a gostar mais do passeio que fiz, no ano passado, de avião.
Outra das prendas (que chegou hoje) foi um flash quem bem me faz falta para as fotos que ando a tirar.
É só pa dizer que não tarda nada volto a pecar e em força. Entretanto, devido a férias, aproveitei para não pecar (tanto!) a navegar na net. Mas o pior é que tenho pecado a ler jornais e a ver TV...
Pois que a menina comprou casa e já é proprietária. Pois que, de repente, fui invadida por uma súbita e surpreendente tristeza. Pois que, daqui a um mês, estarei a viver sozinha, no meu pequeno palácio. Pois que deixarei de ver o rio e ganharei uma vista para a serra. Pois que trabalharei para sustentar a casa. Pois que estarei mais perto do cinema. Pois que terei apenas um autocarro à minha disposição para chegar a casa. Pois que estarei um pouco mais longe do zoick, por exemplo. Pois que terei de fazer várias festas de inauguração, porque o palácio é pequeno. Pois que...
Para quem não sabe, este dia já foi o primeiro dia do ano antes do calendário Gregoriano. O facto de as pessoas se resignarem à mudança deu origem ao Dia das Mentiras. Se quiserem saber mais cliquem aqui.
Para mim é mais que isso: é o dia em que cresço um ano. Por isso não se acanhem e tirem uma fatia do bolo...
1. Snug, comfortable, and warm; 2. Marked by friendly intimacy. See Synonyms at comfortable; 3. Informal. Marked by close association for devious purposes: a cozy agreement with the competition.
intr.v.
1. To make oneself snug and comfortable: cozy up with the Sunday paper; 2. Informal. To try to get on friendly or intimate terms; ingratiate oneself: “out on the... hustings, cozying up to reactionaries and racists alike” (Chuck Stone).
E assim fiquei a saber que no meu golfinho se consegue ter uma conversa agradável, longa, amigável e confortável.
Por cá já amainou um pouco a idolatria que as pitas e alguns gays tinham pelo Cristiano Ronaldo, após o encontro com o Benfica, em que ele fez alguns gestos obscenos para as bancadas, dirigindo-se ao portugueses. No entanto faz furor por outros lados como, por exemplo, no oh la la Paris:
Esta também já está. Custou um pouco, talvez pela falta de ânimo com que estou hoje. Mesmo assim melhorei a marca do ano passado e fiz 48:29. Agora vou para o ginásio relaxar na piscina, sauna, banho turco e jacuzzi.
Ensinaram-me a não fazer promessas. Em vez disso devemos fazer acordos. Quando deixa de haver incumprimento do acordo fico irritado tal como como quando uma promessa não se cumpre. Ao fim e ao cabo vai dar ao mesmo... Ou não?!
Não é por isso que não tenho postado mas já me encontro em estágio para a mini-maratona Vodafone.
É já no domingo e espero fazer melhor tempo que no ano passado. O pior é que desta vez vou sozinho, o bebé abandonou-me! Assim se houver algum dos visitantes na mesma condição e que queira companhia para atravessar a ponte a correr... É que sempre se vai puxando um pelo outro.
O Vito, num dos seus comentários ao Zoickarias ("Forma de engatar..."), fez-me lembrar um cruzeiro que fizémos, há já uns largos anos, às Berlengas. Mais nostálgico fiquei quando ele me enviou as fotos.
Foi um passeio de três dias no Creoula organizado pelo curso que eu frequentava (na altura ainda frequentava!). Saímos de Sesimbra e chegámos a Lisboa, ficando um dia inteiro nas Berlengas. Como sobravam lugares podiamos tentar arranjar mais participantes. Foi, então, que convidei o Vito, o namorado dele, nessa altura, e um estagiário do Vito. No barco íam, também, uns noruegueses que estavam cá em Erasmus.
Niguem sabia que eramos gays, nem mesmo o ex-estagiario. Foi uma diversão do principio ao fim desde tentarmos perceber se um dos Noruegueses, jeitoso, era ou não gay, se o estagiário era ou não gay, se o estagiário percebia as nossas bichices, cantar Celine Dion na proa do navio, olhar para os elementos da tripulação e dar votos...
Foi uma experiência excelente que gostava de repetir.
Tanto tenho eu falado mal do Metro e depois acontece isto. Hoje vinha bem sentadinho na carruagem do Metro, na Linha Azul, distraído a ouvir o iPod e a fazer uns Sudokus quando dou por mim tinha algo a vibrar dentro do bolso.
Apanhei um cagaço. Dildo não era que não tenho nenhum, só podia ser o telemóvel. Tiro os auriculares do iPod e ouço o toque do MEU telemóvel, o "Blue" dos "Eiffel 65"! Atendo e fico 5 minutos ao telefone com a mãe do Gabiru!
Conclusão, o Metro já tem rede. Eu acho uma excelente ideia mas já estou a ver muita gente a reclamar que o único local onde não se ouviam os telemóveis a tocar deixou de existir. Para mim isto é o mesmo que reclamar que está calor no Verão e chegarem ao Inverno reclamarem por estar frio. Para uma pessoa como eu que aproveita para falar aos outros enquanto se desloca de casa para o trabalho e do trabalho para casa é muito bom não ter de interromper uma conversa quando se vai a entrar para o Metro.
A formadora que corrigia os testes enviou-me um mail a dizer que as notas era com a entidade formadora mas que o meu teste tinha sido MUITO BOM! Que podia ficar descansado que já era Técnico de Placa.
Estava eu no balneário do Holmes a vestir-me para vir embora quando, como já é habito entre as pessoas, um puto que se vai embora diz "Boa tarde...". Normal, até aqui. Uma forma de simpatia a que já me habituei no ginásio. O puto lá se vai embora e diz boa tarde a outra pessoa que se dirigia para os duches. Mais uma vez, o puto tentava ser simpatico. É aqui que o lobo (o fulano que ía para os duches) começa a caça! Chama o puto e tem a seguinte conversa com ele, ali à minha frente:
Y(o outro): Como se chama você? J(puto): Jorge, porquê? Y: Que engraçado. Meu nome é Yuran, que significa Jorge em português. Sou Russo... J: ahhh... Y: Achei engraçado você ser muito simpático. J: Como assim? Y: Você vai saindo e dizendo boa tarde pra todo o mundo. J: Ah, obrigado (o puto já parecia atrapalhado). Y: A ver se a gente se fala aqui pelo ginásio. Achei você muito simpático. J: Ok. Agora tenho de ir. Y: Tá bom, Jorge. Muito gosto...
E foi assim que assisti a um engate no Holmes, à frente de toda a gente, com a lata incrível de um Russo que falava brasileiro. Será que ele era mesmo Russo??? Não me pareceu! LOL Tá bem que o puto era giro... mas não habia nexexidade...
Pois é, com o tempo agradável que fez hoje em Lisboa até parece que a Primavera chegou mais cedo. A comprovar isso ficam aqui umas fotos que tirei depois de sair do trabalho, quando passava pela Gulbenkian:
Foi esta palavra que aprendi este fim-de-semana e foi o que fiz durante o mesmo: nenhum! Completamente a vegetar!
De Sexta para Sábado até dormi 13 horas de tanto que eu precisava de descansar. Mais uma ou outra coisita como ver a Formula 1, que começou a temporada este fim-de-semana, voar no Flight Simulator e repor umas conversas com amigos, ao telefone e na net. Enfim, nada de especial. Viva o aboboranço! Ah! E até comi requeijão com doce de abóbora! Que bom que estava... nham nham...
É já logo o teste do curso e ainda não estudei nada. Há muitos anos que não faço um teste, de modo que estou assustado.
Agora passei a dar muito mais valor a quem trabalha e estuda à noite. Ando um caco: cansado! Adoro o curso mas ando em ansias de ele acabar para voltar a ter o meu tempinho de descanso nocturno.
Segunda-feira: saio do trabalho para preparar a noite carnavalesca. Estou velho e quase que não aguento até as 5:30!
Terça-feira:ressaca... Aproveito para pintar um pouco;
Quarta-feira: o bebé continua cá em casa mas sozinho porque trabalho e tenho curso. Quando chego, estourado, mal tenho tempo para estar com ele antes de ir dormir;
Quinta-feira: o bebé vai-se embora. Mesmo com o tempo todo ocupado consigo sentir-me só;
Sexta-feira: Saio do trabalho, venho a casa fazer as malas, vou para o curso, vou buscar a AV(c), vamos para o Algarve... Chegada às 3:00!!!
Vou-me mascarar de tio para os lados de Coimbra. Também levo na bagagem uma máscara de filho. Estou a pensar se coloco lá a de atleta ou não. Mas não tenho dúvidas quanto à de fotógrafo. O meu carro vai mascarado de Camões, zarolho como está que só vê, à noite, de um lado e anda a fazer um ronco que mais parece que está a recitar Os Lusiadas.
Bom fim-de-semana, boas brincadeiras de Carnaval e até daqui a dois dias.
O curso é o máximo e estou a adorar. É mesmo aquilo que eu esperava e a formadora é super divertida. Fala pelos cotovelos, conta imensas histórias e sabe daquilo a potes. Por isso não estou arrependido de dar os 360€. Agora só falta saber quanto ganham estes fulanos.... ;)
Ao fim de uns anos sem pegar em qualquer tipo de estudo (entenda-se um estudo com aulas, etc) eis que hoje vou começar um curso pós-laboral. Chama-se "Curso de Técnico de Trafego na Placa". Não, não me vou juntar ao rol de dentistas. Esta "placa" refere-se ao local onde os aviões estacionam.
Estou numa espectativa enorme porque para além de me ter custado 360€ vou tirar um curso numa área que gosto bastante. Este curso destina-se a capacitar uma pessoa a gerir toda a logistica desde que um avião chega ao aeroporto até que ele sai, desde a bagagem, combustivel, desembarque/embarque.
Por isso, vou pegar no meu caderninho e aqui vou eu.
Ontem tive a minha aula com o Personal Trainer no Holmes Place. Foi uma seca! Além do gajo tentar impingir-me aulas de Personal Trainer avulso (esta foi grátis, as outras custa 40€ cada!) ele era lento como uma tartaruga. Demorou 10 minutos para desenhar um esquema. Tudo isto porque eu disse que o meu objectivo principal era de emagrecer e ganhar resistência.
De todos os monitores que tive em ginásios, este foi o pior. Não me motivou nada para os exercícios nas máquinas.
Mas vou tentar seguir o esquema, pelo menos 3 vezes por semana. Além disso quero é continuar nas aulas de Body Pump que adorei!
Hoje fui a uma aula de Body Pump, tenho os musculos das pernas e dos braços a doerem. E agora? Como vou fazer com o bebé logo à noite quando ele chegar? Já sei! Vou-lhe pedir uma massagem...
À semelhança do ano passado lá fui passar o dia de S. Valentim ao Algarve, ou melhor, a noite. Este ano, pelo menos, não tive de ir trabalhar no dia seguinte dando, assim, para descansar. Aceitamos a sugestão do AlgarveGay e fomos jantar ao Cangalho. Um restaurante agradável não fosse a música ao vivo aos berros, principalmente para uma noite como a de ontem. A comida é boa e a decoração um pouco para o rústico. Ontem, estava especialmente decorado a rigor, com coraçõesinhos em cartolina vermelha espalhados pela mesa. Também tivémos direito a uma vela.
Dizem que é gay friendly e por isso esperávamos encontrar mais gays numa noite romântica. Afinal éramos os únicos o que levou a que alguns casais que entravam na sala olhassem de soslaio para nós. A nós não nos incomodou.
Recebi uma prenda que gostei bastante, apesar do bebé insistir em pedir desculpa por não ter lcd. O que importa é que funciona e faz o que queria. Muito obrigado, mé gaje!
Hoje fiz esta prenda simbólica (a que se pode dar à distância) para o meu bebé. Espero que ele goste. Trata-se de um apanhado de fotos em conjunto em quase ano e meio de convivio, amor e sobretudo, luta pelos factores adversos.
Há muito que não colocava uma música aqui e como estamos na onda Depeche Mode, aqui vai uma deles (Goodnight Lovers) que transmite um pouco o meu estado de alma:
Here, somewhere in the heart of me There is still a part of me That cares
And i’ll, I’ll still take the best you’ve got Even though I’m sure it’s not The best for me
When you’re born a lover You’re born to suffer Like all soul sisters And soul brothers
I, I can see the danger signs They only help to underline Your beauty
I’m not looking for an easy ride True happiness cannot be tried So easily
When you’re born a lover You’re born to suffer Like all soul sisters And soul brothers
Like all soul sisters And soul brothers
You can take your time I’ll be waiting in line You don’t even have to give me The time of day
When you’re born a lover You’re born to suffer Like all soul sisters And soul brothers
Quatro séries de TV que gosta de ver: Não posso colocar séries que goste de ver se nunca faço esforço para as ver. Talvez o "Mundo Meu" por me fazer lembrar o Algarve.
O stress das mudanças já passou mas agora estou descontente com o lugar onde trabalho, ao contrário do que imaginava anteriormente. Aqui ficam as razões pelas quais estou triste:
O ar condicionado funciona quente no Inverno. Ora, como o sol da na sala durante o dia todo, aquilo já se encontra um forno, mesmo em Janeiro!
A invasão por parte das galinhas à nossa sala continua. Devem andar com falta de homem e então fazem excursão à nossa sala.
A sala tem claridade em exagero e ainda não foram colocados estores sendo assim impossivel olhar para os monitores. A solução foi esta:
O único agradecimento por trabalhar horas a fio durante o fim de semana foi uma garrafa de champagne.
... chegar a casa e ter lá o bebé para me dar carinhos para compensar estes últimos dias. Mas vou ter de esperar uns largos meses para que isto possa acontecer...
As mudanças já terminaram. Isto é, a nossa sala ficou para último e ainda tem a tralha toda amontoada. Passamos o fim-de-semana a arrumar as salas dos outros todos e a montar 150 computadores. Agora bem que podiam vir todos os outros 150 utilizadores ajudar a arrumar a nossa sala.
Pior, ainda não recebi um sorriso de agradecimento. Estou hiper-cansado e acho que pela primeira vez estou a chegar ao meu limite físico.
O Tong Zhi iniciou um tema interessante sobre as nossas mais hediondas manias que por vezes escondemos e por outras não. Seguiu-se o Swatch, Inixion, Thiago, SeñorDeLosAnillos e Big ZZ. Eu tenho algumas entre as quais uma ou outra nunca tinha falado a ninguém. As de que eu vou falar são muito especificas, pois, já tem o seu quê de esquizofrenia! Não vale gozar... Ora, aqui ficam algumas das taras & manias:
Porta do roupeiro: nunca consigo dormir se a porta do roupeiro (que é de correr) ficar aberta, nem que seja uma fresta;
Calçada portuguesa: tenho a mania de não pisar a parte preta da calçada portuguesa. Por vezes dou por mim aos saltinhos no passeio;
Comer quando me levanto: não posso fazer nada antes de comer, quando me levanto. Fico irritado se isso não acontece;
6º sentido: tenho um sexto sentido que me persegue e me avisa quando algo está mal. Pior é que as coisas concretizam-se quando isto acontece;
Mau perder: detesto, em todas as situações sem excepção, perder, tanto a jogar como nas actividades diárias mas nunca o admito (esta foi a primeira vez que o disse);
Vou desligar este computador do trabalho e só o voltarei a ligar no novo escritório, lá para segunda-feira na melhor das hipoteses. Assim espero, pois, será sinal que teremos pouco trabalho aqui, na informática.
- Três cegonhas estão a voar e uma pergunta a outra: - para onde vais? - vou a casa dum casal que há 10 anos está a tentar ter um filho. - que bom! - e tu? - eu vou a casa de uma senhora que nunca teve filhos. Levo-lhe aqui um lindo rapaz. - que bom! Vais deixá-la muito feliz. - e tu? - perguntam as duas à terceira cegonha. - eu? Eu vou ao convento das freiras. Nunca levo nada, mas sempre lhes prego um susto do caraças!
Sabe tão bem chegar a casa depois de um dia de trabalho a empacotar livros, material de computador, dossiers e mais tralha, devido à mudança de instalações e de uma aula de Body Combat e mais uma hora de natação...
Amanhã também me espera muito trabalho. E depois... E no fim-de-semana. O que vale é que para a semana estarei instalado num 7º andar com vista sobre parte da cidade e a ver os aviões a aterrar!
Já havia mais de três anos que não colocava os pés num ginásio. O resultado foi um ganho considerável de kilitos desde então.
Porém ontem fiz a minha inscrição no Holmes Place e já fui duas vezes: ontem à noite na Quinta da Fonte e hoje no da 5 de Outubro. Ontem correu bem. Hoje nem por isso.
Quando entrava no ginásio aparecem-me uma data de colegas (gajas) todas contentes de eu também ir para o Holmes. Tentam logo convencer-me a fazer uma aula de Body Combat. Não estava convencido, mas o rapazito da recepção vira-se para mim e diz-me para ir. Pronto, e, assim, fui... Mas não gostei muito. Como sou uma pessoa pouco ritmada parecia uma barata tonta a tentar seguir a coreografia dos socos e pontapés. Mas deve ter feito bem, pois, estava cansado e bastante suado no final.
Já no trabalho, uma das colegas que lá estava manda-me uma mensagem privada a dizer que me portei muito bem e que bla bla bla. Enfim, acho que estou a ser engatado... Isto é sempre bom para subir a auto-estima, mesmo que seja uma gaja.
Mas gosto do ginásio. Agora tenho de ir 3/4 vezes por semana para compensar o dinheiro que lá deixo por mês.
Só agora tive um tempinho para vos contar o que aconteceu no fim-de-semana. Assim, como se previa, a temperatura baixou bastante o que permitiu a neve cair em locais raros. Azar o meu que não vi nevar em Lisboa. Talvez quando tiver 84 anos volte a vê-la, por estes lados.
Mas no dia anterior ao nevão esteve um dia lindo, frio, mas limpo que permitiu um passeio agradável com o bebé pela Costa Vicentina.
Até deu direito a pôr do sol!
No Domingo lá fomos ver o Cross das Amendoeiras, à chuva. E já havia noticias de neve em vários pontos como Santarém e Évora. Mas ali para baixo nada... A meio da tarde caiu uma chuva de granizo tão grande que tive de aguardar que derretesse para poder vir embora mas com o frio que estava não havia jeito de melhorar. Foi então que às 20:30 começa a nevar. Foi uma alegria: atirar bolas de neve, fazer bonecos de neve, brincar com os miúdos, graúdos e animais. E a neve não parava. Pois, lá tive que ficar até segunda-feira. Que chatice!!! E quando telefonei para o meu colega a avisar ele não parava de rir quando dizia que estava um nevão no Algarve! Quando fomos dormir, pela meia noite, ainda nevava.
Pela manhã já alguma neve tinha derretido mas ainda era visível o forte nevão da noite anterior.
Já no meio do Alentejo o tempo aqueceu um pouco e vestígios de neve, nada!
Um abraço de neve, Zoick
P.S.: não se queixem de tantas fotos. É para compensar a falta delas nos últimos tempos...
O carro está ali em baixo, na garagem, já com as malas prontas para às 15 horas arrancar em direcção ao Algarve com um programa de festas super completo:
Com tudo isto habilito-me a não ver nevar em Lisboa. Será que após 60 anos vai voltar a nevar por aqui e eu nem estou cá para ver?! Ora bolas, mas o bebé vale mais que a neve!
Amigos: serve o presente texto para anunciar formalmente o meu regresso ao estado de gaja livre e descomprometida. Acabou-se a gestão do relacionamento à distância!
Caríssimos: a pedido de várias famílias loucas de desejo por ver a minha vida íntima aqui exposta, venho deste modo confirmar os boatos que por aí circulam: Sim, é verdade que estou envolvida num relacionamento à distância. Sim, é verdade que o objecto dessa relação tem sotaque do norte, mas concretamente da invicta. Sim, é verdade que não tenho dedicado tanto tempo como desejaria a este espaço em parte também devido a esta minha nova realidade. Sim, é verdade que tenho andado "semi-lunática". Sim, o bicho do amor anda no ar. Só ainda não tenho a certeza se já me picou no sítio certo...
Através de um link que visitou o Zoickarias cheguei a este blog: looking for trouble616.
Costumo ler alguns posts deste tipo de blogs desde que sejam curtos de ler. Porém, ao fazer scroll, o meu olhar fixou-se neste tópico "Sanity returns after an orgasm". Um post muito longo mas que li até ao fim. O post conta a experiência do próprio autor aquando da sua insanidade por uso abusivo da net para ter um longo orgasmo, lutando de seguida pelo retorno da sanidade. O pior é que a sanidade torna-se insane quando surge o arrependimento. Ao fim e ao cabo, uma bola de neve. Ele não consegue parar. E vocês, conseguem?
Depois de uma conversa animada de dois dias com um amigo e ele a tentar convencer-me de não votar em branco, apresentou-me 23 razões para não votar Cavaco.
1. Ter na campanha de 1995 gritado num comício em Viana do Castelo: "Portugal é um país católico!"
2. Ter continuado a comer bolo rei com a boca aberta quando interpelado por jornalistas em 1994.
3. Quando questionado num debate de 2005 sobre questões de igualdade entre géneros ter dito: "Lá em casa a Maria ri-se muito quando ouve falar nessas coisas."
4. Ter alguma vez dito o célebre "nunca tenho dúvidas e raramente me engano".
5. Manifestar-se francamente incomodado (ver linguagem corporal) quando em situações de debate, confronto de ideias ou simples questionamento por jornalistas.
6. Ao fim de algum tempo a falar começar a salivar pelos cantos da boca.
7. Ter colocado uma cara de enjoo quando questionado num debate de 2005 sobre a questão do casamento entre homossexuais, afirmando que “esse assunto não é prioritário para os portugueses”.
8. Apesar de gostar de se apresentar como um académico, não passar nessa área da mediocridade, não se lhe conhecendo produção científica publicada nem sequer a elaboração de manuais de estudo para os alunos.
9. Ter Eanes como presidente da Comissão de Honra da sua candidatura. (Olá Opus Dei! Eanes? Sá Carneiro deve revolver-se na sepultura.)
10. Estar permanentemente com um sorriso amarelo.
11. Não ser um homem culto, viajado, arejado, cosmopolita.
12. Ter apostado num modelo de desenvolvimento assente no betão quando foi primeiro-ministro.
13. Achar que duas pessoas na posse da mesma informação chegarão necessariamente à mesma conclusão.
14. Manifestamente só saber falar de economia e finanças e, além disso, fazendo-o como se tratassem de ciências exactas.
15. Ir dar aulas de cátedra sobre economia e finanças ao primeiro-ministro nas reuniões das quintas-feiras.
16. Ter na Comissão Política da sua candidatura apoiantes declarados do alargamento dos poderes constitucionais do Presidente da República.
17. Achar-se mau em retórica mas ao mesmo tempo acreditar que é através da palavra que o PR pode mobilizar as forças vivas da sociedade portuguesa.
18. Ter tentado apresentar a sua candidatura como o resultado duma reflexão pessoal e como um acto individual quando no dia em que a apresentou toda a sua estrutura estar já completamente montada pela máquina partidária do PSD.
19. Estar convencido que é um social-democrata.
20. Ter um perfil executivo e não de PR. Vai interferir com a acção governativa tão certo como 2+2=4. Sócrates não irá cumprir o seu mandato.
21. Está ao serviço da recuperação do poder por parte do PSD através duma liderança bicéfala António Borges/Manuela Ferreira Leite algures nos próximos 2 anos.
22. É um homem quezilento e não mobilizador.
23. Santana tem razão: se ganhar à primeira com uma elevada diferença face ao candidato do PS ninguém vai saber quem manda no país.
Consta por aí que há uma AV apaixonada... E que o amor tem sotaque do Norte...E que ... Chega!!! Há que preservar a intimidade do casal, o que não invalida que se revelem outros pormenores. Ela anda calada, eu aproveito e falo!
Não, não estive no "Finalmente", no Principe Real.
Este finalmente deve-se a ter terminado as arrumações no escritório. Comecei na sexta a tirar tudo do escritório e dividir pela sala e quarto. Depois, no sábado, estive a montar as prateleiras na parede, terminando só por volta da 1 da manhã.
Como no Domingo tive o bailado, tem sido durante a noite, depois do trabalho, que tenho arrumado as coisas e deitado carradas de coisas para o lixo! O resultado final é este:
Sem dúvida, a grande recompensa que precisava foi o Gabiru vir a correr ter comigo e dizer "Paínho, vem bincá...". Foi a primeira vez que me chamou "paínho". Adorei, amei, estou extasiado.
Já aqui falei, por outras alturas, que adoro ir almoçar ao Linha d'Água. Hoje lá voltei. Adoro esta esplanada pela sua serenidade e o sol que, no dia de hoje, bem apeteceu.
Aproveitei, depois, para espairecer um pouco pelo jardim. Levei a minha nova máquina para tirar umas fotografias. É um hobby óptimo para relaxar.
Por fim, quando vinha a sair deparo com esta placa e concluo que estive em transgressão durante o passeio, pois, não sabia que o jardim era interdito!!! ;)
Estou farto do trabalho que faço... Estou farto de não ter tempo... Estou farto de não ver os meus amigos as vezes que gostava... Estou farto de não me darem valor... Estou farto de não olharem para mim... Estou farto da minha desorganização... Estou farto das coisas não darem certo... Estou farto de estar farto!
Apetece-me fazer reset. Apetece-me sair daqui. Apetece-me dar o passo certo. Apetece-me mudar de vida. Apetece-me deixar de estar farto!
Como primeira experiência não foi má, mas não fiquei apaixonado. No entanto fiquei fascinado pelos cenários usados: cheios de cor, luz e vida. Na minha opinião vemos muitos passos de dança repetidos. Mas posso ser eu, um leigo na matéria, que não consegui admirar o ballet.
Conclusão: uma experiência, contudo, agradável a repetir de tempos a tempos, mas com cuidado para não enjoar.
Foi o que senti quando recebi este sms: "Amo-te muito!".
Pode parecer um antagonismo e não fiquei assim quando li a mensagem. Foi quando vi o número de onde vinha e constatei que não era do bebé...
De quem era? Pois também não sei. O número não constava dos meus contactos. Mandei resposta a dizer que desconhecia o remetente e com certeza o destinatário correcto estava ansioso por aquelas palavra. Que o melhor era despachar-se. Foi a minha boa acção do dia.
Ao olhar para o blog e ultimas postas reparo que está cheia de traços. Um dia destes ainda arranjo trabalho a pintar passadeiras. Pelo caminho que isto leva, aqui no trabalho, se calhar até nem me importava.
Concordo com a pontuação e com o que a AV diz acerca do enredo. Acho que podia ter tomado outro rumo a partir do meio.
Mas o inicio do filme tocou-me bastante e é sobre isso que venho postar. Nunca me tinha acontecido um filme fazer-me chorar logo desde o principio. Toda a sequência inicial está muito bem feita e a mim envolveu-me de forma muito especial. Logo desde os primeiros minutos que o meu coração começou as saltos (não me perguntem porquê) até as lágrimas começarem a escorrer pela cara.
Valeu a loucura do resto filme, pois passou esta ansiedade que senti no início.
Caríssimos: hoje foi o primeiro dia de cinema de 2006, na companhia do co-escriba Zoick e do KingKard. Já vem sendo um hábito começar o ano com o visionamento de um filme português (o que nem sempre tem sido a melhor opção, considerando que, em 2004, por exemplo, contei O Fascínio na minha lista de piores filmes do ano). Este Odetenão me foi desagradável. Até gostei bastante de determinados momentos. Gostei do argumento em bruto, tirando todos os artifícios malucos e o final, completamente surreal. Gostei da representação do "Rui". Gostei de certa e determinada fala do "Alberto". Gostei do amor forte e arrebatador do "Rui" pelo "Pedro". Gostei, em parte, da alucinação da personagem "Odete". Fez-me pensar na vida e sentir um ligeiro medo. Acho que, para "maluca", está bem. Não gostei do final nem da tentativa (na minha opinião falhada) de lhe dar um toque sobrenatural e de suposta reincarnação. Resumindo: gostei, mas não amei. **, quase quase ***
Antes de qualquer desculpa, desejo-vos um Ano Novo muita louco e cheio de emoção carregado de coisas boas.
Para me redimir da ausência, decidi contar como foi a minha passagem de ano. Há uns tempos, o bebé apareceu com uma ideia maluca de sermos voluntários no Lisboa-Dakar, na cidade etapa de Portimão. Decidi aceitar o desafio e foi assim que fomos para o Algarve.
O nosso trabalho começou no Sábado logo com a chegada das motos. Entre várias coisas a mais predominante foi o termos feito de "destroce" no parque fechado, onde andei a estacionar motas, carros e camiões no seu devido lugar.
A meia-noite foi passada junto ao rio Arade onde eu e o bebé assistimos ao fogo-de-artifício.
Ainda antes de vermos o vocalista dos Kalulu, uma figura deveras curiosa, assistimos aos gritos histéricos das fãs de Tony Carreira. Depois das duas da manhã irmos para o carro dormir uma soneca, pois, tinhamos de estar às 5:30 no parque fechado do Dakar, again!
Durante a manhã não fizemos nada, mas eu aproveitei para tirar fotos aos participantes que saíam para a 2ª etapa do rali.
Foi uma passagem de ano diferente que me agradou, especialmente por a ter passado na companhia do bebé, embora não lhe pudesse ter desejado o "Feliz Ano Novo", à meia noite, como eu tanto gostaria.
Caríssimos: na passada quarta-feira o núcleo duro deste blog foi ver o tão aguardado King Kong. A expectativa era muita e o medo de esta sair defraudada ainda maior. Não é todos os dias que nos preparamos para assistir ao remake de um filme de culto, realizado por um mestre na arte dos efeitos especiais e da fantasia, protagonizado por um dos melhores actores desta geração, revelado através do melhor filme a que assisti em toda a minha vida, a seguir à Lista de Schindler. Nunca tendo assistido à versão original deste clássico (sou demasiado nova e não gosto de ver cinema em casa), preparava-me para assistir a este filme como se de um original se tratasse. Teria resultado, não fosse o co-escriba Mx resolver presentear-me, a determinada altura, com a versão final do filme... Quanto às semelhanças e diferenças em relação ao original não posso, assim, opinar. Posso, todavia, referir a câmara agressiva e aguerrida de Jackson, que nos remete para o interior do conflito, para a vivacidade da história, a vontade férrea de Brody em lutar por aquilo que lhe foi roubado e que quer recuperar a todo o custo e a expressividade de Naomi Watts que até a representar mal é um génio na arte da representação. Sem mencionar, como é claro, o carácter alienado de Jack Black, na pele de um realizador movido pelo cego desejo de fama e a força e determinação de Kong (afinal a "personagem" principal), que se deixa vencer pelo amor e, como o próprio Black refere no final do filme, pela beleza. Os efeitos especiais estão irrepreensíveis a não ser, talvez, as cenas nos botes em que se vê, como fundo, aquela imagem cor-de-rosa típica e deprimente dos filmes de efeitos. Uma menção especial para a perseguição dos dinossauros, viva e dinâmica (por muito pouco realista que possa ser) e para as "pilas" gigantes e com dentes que atacam as personagens no pântano e que, na minha opinião, seriam dispensáveis, tornando-se completamente ridículas. Na parte romântica da obra, saliento o momento em Brody, ao ver a sua própria comédia, se apercebe que deixou fugir o amor por entre os dedos, por não lhe ter dito quanto a amava. Pois bem, pelo que já leram e por aquilo que, entretanto, imaginaram, não vos surpreendo se disser que gostei. Gostei muito, mesmo. As três horas, nem as vi passar, de tão embrenhada que estava. Teria sido perfeito, se não soubesse o final de antemão... ****
Caríssimos: Não morri, não parti os dedos (de modo a impossibilitar-me de teclar), não viajei para um continente distante sem Internet, nem estou de trombas com qualquer ninharia! Não, a minha ausência deve-se, pura e simplesmente, a um projecto laboral a médio prazo que está agora (felizmente) concluído, aos últimos preparativos para o Natal (leia-se compras de última que, no meu caso, foram também de primeira hora) e ao emergir de sentimentos adormecidos (i. e. love is "maybe" in the air).
Quanto ao cinema, não há novidades. Não tenho tido tempo, por mais revolta que sinta. Teatro, idem. Bailado, talvez vá ao D. Quixote. Depois se verá...
Há umas semanas fui a uma festa de aniversário do outro lado do rio. Isso implicou uma maravilhosa viagem fluvial até ao Barreiro, que quero partilhar convosco. Comodista como sou, nunca me imaginei a viver do lado de lá do rio e, de cada vez que lá vou, o carro dos amigos é sempre o transporte de eleição. Assim sendo, a minha única experiência de atravessamente fluvial fora nos cacilheiros do Cais Sodré, numa tentativa de mostrar ao meu sobrinho, que cá estava de férias, como era andar de barco (lol). Qual não foi o meu espanto quando, ao entrar no barco para o Barreiro, ao contrário do decrépito ferro cor-de-laranja, me deparo com um navio que mais parece uma nave espacial, com banda sonora a rigor aquando da abertura e fecho das "balsas". Os barcos são, de facto, um espectáculo. Até dá vontade de andar neles mais vezes...
Meus caros, sei que ficaram preocupados com a posta do Desabafo, no entanto não o pretendia fazer.
De facto ando a atravessar uma fase solitária. Isto é, faz-me falta a familia. Não são problemas de amigos, que esses, felizmente, ainda os tenho. Mas o facto de chegar a casa e ela estar vazia entristece-me.
Outra coisa que quiz desabafar é acerca de não ter tempo para fazer as coisas que gosto, os meus hobbies que são o simulador de voo e a fotografia. As responsabilidades sociais andam a roubar 100% do meu tempo livre. É apenas essa a razão de ter desabafado, pois, não ando a ficar maluquinho... ;)
Ando triste. Sinto-me só. Ando desgovernado como um ser errante sem paciência para nada. O que me apetece fazer e que me dá prazer ou não tenho tempo ou está para além do infinito.
O pior é que ninguém nota... Talvez esteja a representar bem...
Há alturas que preciso de um apoio, um apoio certo, no momento certo e esse insiste em não aparecer. Tento mostrar como ando mas tenho medo de parecer demasiado lamechas e vulgarizar esta dor. A época natalícia está-me a irritar, faz-me chorar e apetece contrariar toda a tradição.
Um destes dias disseram-me que me moldo facilmente à vida das outras pessoas e que isso é um defeito. Mas se tento ser eu próprio, essas mesmas pessoas, queixam-se.
Porra!!! Será que sou eu que não compreendo nada da vida? Serei um egoísta? Um dia destes farto-me e aí vão saber o que é ser um bicho do mato, tal como um eremita na sua gruta.
Algumas pessoas tem-se queixado do tempo que o Zoickarias demora a abrir. Uns madam o bitaque que é da imagem de fundo, outros que são as imagens que coloco no blog e outros nem bitaque mandam, mas que reclamam, reclamam.
Meus queridos, façam como eu, usem o Firefox!!! É fácil, é barato e dá milhões de segundos para aqueles que não tem tempo de esperar que o blog abra.
E tudo isto porquê? O "inteligente" Internet Explorer vai ler toda a página até ao último byte e quando isto estiver feito mostra a página. O Firefox não! Vai mostrando cada byte que vai lendo. Basicamente é isto.
Por isso meus caros mudem-se para melhor...
Um abraço educativo, Zoick
P.S.:A página, numa ligação de 2Mbs, demora 7 segundos a carregar, independentemente do browser.
Não fiquei retido em Amsterdão, não senhor. Porém, não tenho parado um minuto desde que cheguei. Aproveitei, agora, um tempinho de pausa para vos dizer que as Matrioskas já cá estão mas ainda não foram entregues à AV que está em pulgas em saber de que cor são. Acham que lhe disse? Nahhhh....
A viagem foi muito boa e, ao contrário de muita gente, satisfaz-me fazer escalas. Como foi uma paragem de 4 horas em Amsterdão dei lá um saltinho para conhecer a Red Light zone. Fiquei espasmado com o que vi... As montras com as "gajas" a exibirem-se é surreal. Não, não tomei substâncias alocinogénicas mas não foi por falta de oferta. LOL
Praga, é linda!!! Muito melhor que Budapeste. Muito mais aconchegante, limpa e simpática. As ruas transbordam em pormenores arquitectónicos. As pessoas são bonitas. O nível de vida muito mais alto que Budapeste.
Como prometido, desta vez abusei em fotografias de guardas do Castelo de Praga e não me escaparam à objectiva, trazendo alguns exemplares para partilhar com vocês:
Só esteve sol no primeiro dia e depois ficou nublado, tendo apanhado neve e chuva, com temperaturas entre os -3ºC e os 2ºC!!! Frio, frio e mais frio... Fiquei radiante de ver nevar, pois, foi a primeira vez. Parecia um puto a brincar debaixo da neve a cair, a escorregar nas ruas a ficarem cobertas de neve, as árvores e os arbustos a ficarem brancos... Lindo!!!
Para concluir, Praga é uma cidade que se visita bem num fim-de-semana alargado. Mesmo colando um dia de férias ao fim-de-semana, é suficiente para visitar toda a cidade e aconselho vivamente.
Um abraço viajado, Zoick
P.S.: A TAP está a fazer uma promoção de voos para Praga por apenas 149 €!!!
Depois do cinema, o teatro. Ontem, a convite da SR e família, fui ver o espectáculo que José Pedro Gomes tem actualmente na Casa do Artista, em Carnide. Depois de algumas tropelias com o trânsito e o estacionamento, uma cadeira partida e a recolocação numa das filas dianteiras, começou o espectáculo propriamente dito. Não sendo grande fã da dupla António Feio/José Pedro Gomes, a verdade é que ontem o segundo me arrancou umas belas gargalhadas durante um espectáculo non-stop de stand-up commedy em que o humorista (único actor em cena) comenta, com grandes laivos de ironia e toneladas de boa disposição, a actual situação deste país à beira-mar plantado. Passando por uma carta que, para chegar de Lisboa a Cascais é capaz de levar "2 a 4 dias" em correio normal, até ao trauma que é abrir, todas as manhãs, um pacote de leite com aquela nova inovação da tetrapak chamada "abertura fácil", Coçar onde é preciso coça aspectos da vida do comum português que poderiam ser bem mais simples, caso este não fosse um país onde se está sempre a dizer "desculpe lá". ****
Caríssimos: depois daquela mega-aventura que foi o visionamento do HP à meia-noite de dia 23, tenho andado mais dedicada a outros campos... Na passada quinta, contudo, aproveitando o feriado e o convite de um ilustre desconhecido, fui ver Proof - Entre o Génio e a Loucura, que conta com um elenco de luxo: Gwyneth Paltrow, Anthony Hopkins e Jake Gyllenhaal. O filme vai na linha do galardoado Mente Brilhante. Desta vez, conta-se a história não só do brilhante matemático que enlouquece (Anthony Hopkins), mas principalmente da filha do brilhante matemático (Gwyneth Paltrow), ela também uma mente brilhante que tem medo de seguir as pegadas do pai demasiado de perto e também ela vir a enlouquecer. Pelo meio temos um Jake Gyllenhaal que lhe mostra o amor e a ajuda a enfrentar a morte do pai, o medo da loucura e o desejo de deixar a sua marca na história. Proof é um filme ligeiro, que, contudo, nos faz pensar nas nossas acções diárias e naquilo que elas se podem transformar, que nos faz acreditar que ainda é possível amar e encontrar quem nos ame, mesmo quando tudo o resto parece desabar à nossa volta. ***
Dentro de 4 horas tenho de estar no aeroporto. Acabei de fazer as malas e agora vou tentar dormir qualquer coisita. Estou super entusiasmado por ir voar que não sei se conseguirei adormecer.
Só há uma coisa que me aperta o coração: gostava tanto de levar o meu bebé comigo. Temos de fazer outra viagem para o compensar. Vou ter muitas saudades tuas, bebé!!!
Pois é, já só faltam 3 dias para ir para Praga. Pior é que isto deixa-me numa azáfama muito grande, entre acabar trabalho, ensaiar e outras coisas (que inclui preparação da viagem).
Entretanto tenho andado a experimentar a máquina fotográfica, mas o tempo não tem ajudado muito. Só espero que em Praga esteja melhor tempo, com neve, mas com sol, para que possa tirar fotografias para vos mostrar aqui. Claro que não me esqueci da dica do nic para visitar o palácio desta vez, já que no ano passado não houve tempo.
Ah pois. Não pensem que aquilo ficou só pelo filme. Nunca vi a AV tão excitada que até foi ela a levar o carro e tava a ver que que ainda éramos multados por velocidade na auto-estrada. Se fosse eu que tivesse encontrado alguém no meu caminho a 60 Kms/h de certeza que lhe tinha dado com os máximos.
Enfim, já me habituava à nossa velocidade de cruzeiro quando de repente ela dispara para ultrapassar um camião. Tive de me agarrar ao banco e fechar a janela que fez-se uma ventania enorme devido aos 90 Kms/hora que chegámos a atingir.
Mas chegámos a tempo de eu pedir o meu King Kard e lá fomos, o King e a Queen, para a sala de cinema e sem pagar. Sentámo-nos, não sem antes a AV ter dado um tropeção ao subir os degraus.
Começa o filme... Começam as gargalhadas da AV... Há suspense... A AV quer contar o que se vai passar... Mais gargalhadas... Mais AV a insistir para contar o que se vai passar... Sai uma garrafa, disparada das mãos do Zoick, para a cabeça da AV... Calou-se... por 5 minutos... Ufa... Tou cansado...
Caríssimos: tal como anunciado, fomos ontem, à sessão da meia-noite, ver o tão aguardado HP. As expectativas eram altas, depois do brilhante trabalho que Alfonso Cuarón fizera com Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e da recente publicação de mais um volume da saga, Harry Potter e o Príncipe Misterioso. Quando vemos a passagem à grande tela de um livro que lemos e de que gostamos muito, não é raro ver as nossas expectativas logradas pelo facto de, nessa passagem, muito se perder e tudo se condensar como se de uma embalagem de leite condensado se tratasse. As adaptações nem sempre vão de encontro àquilo que os leitores gostariam de ver representado, cortando segmentos da história que, por vezes, se consideram essenciais para o bom entendimento da mesma. Talvez por já ter lido Harry Potter and the Goblet of Fire há algum tempo (já vai para quatro anos), a memória dos acontecimentos secundários não contagiou o visionamento deste filme e posso dizer que achei a adaptação ao cinema muito bem conseguida. Estão lá todos os aspectos fundamentais, retratados fantasticamente por um aparato de efeitos especiais que, a mim que não sou grande especialista nesta matéria, me deixou boquiaberta durante grande parte do filme. Do terceiro filme da saga recordo a adaptação da cantilena das bruxas de Macbeth: "Double, double, Toil and Trouble; Fire burn and cauldron bubble" a um cenário de aprendizes de feiticeiros, o que considerei uma ideia de génio. Deste quarto, tenho a certeza de que vou recordar as coreografias iniciais de apresentação das escolas visitantes (ritmadas, vivas e levemente coloridas num cenário que prima por ser sombrio). Extremamente rico em efeitos visuais, este novo HPprima pela subtileza com que mistura o trágico com a comédia, o terror com a fantasia. Há muito que Harry Potter deixou de ser um heróis crianças (aliás, só o primeiro e o segundo filme merecem esse epíteto). Tanto a evolução da história nos livros como o rumo que os filmes têm tomado têm, certamente, um público alvo bem mais crescido. Fez-me confusão ver, na ante-estreia de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, há pouco mais de um ano, crianças que não tinham mais de 5, 6 anos. Ontem, talvez pelo adiantado da hora, talvez pela classificação (finalmente!) de filme para maiores de 12 anos, não havia crianças na sala, apenas entusiastas do fenómeno potteriano que, como eu (e o co-escriba Zoick, por arrasto) não conseguiram resistir a ser dos primeiros a ver as cores com que Mike Newell pintaria a tela desenhada por J. K. Rowling. De um sentimento de grande admiração e maravilha iniciais (culpa, sobretudo, dos efeitos e das coreografias já referidas), passei por grandes gargalhadas e risinhos cúmplices de quem já sabe o que aí vem, até chegar a ter a lágrima no canto do olho (quem conhece a história saberá onde...). O "renascer" de Voldemort não me fascinou, contudo. A mim, pareceu-me mais uma cena tirada talvez de um "Allien", em que os extraterrestres voltam à vida, assistindo-se à sua transmutação. Saltando esta parte, ver finalmente a cara do inimigo, figurado em Ralph Fiennes é tão surpreendente e inspirador para nós como é para Harry. Mais uma vez se percebe que o amor é a única coisa que a magia negra não consegue dominar e, consequentemente, é o único meio de protecção de que Harry dispõe contra o assalto mortífero do Senhor das Trevas e das suas maldições. Sem mais palavras: ADOREI. Quero ver outra vez! *****
Caríssimos: Não, infelizmente não se trata do concerto dos Coldplay, que, para esses, já não fui a tempo! Trata-se sim da tão aguardada estreia do novo Harry Potter, HP para os amigos. Como não consegui ir à ante-estreia, vou estar hoje à meia-noite, juntamente com o co-escriba Zoick, numa das salas do complexo Alvaláxia, para assistir à primeira sessão do dia (ou da noite...). Amanhã aqui terão as minhas opiniões...
Como não há duas sem três, foi à terceira que a pulgasaltou para o meu colo. Bem, pulga talvez não seja uma boa associação porque este bichinho é muito mais lindo que uma pulga feia. É um mimo, ou melhor, como diria a Preciouzzz: "My Preciouzzzz!".
Chegou ainda há pouco e ainda estou a tentar domá-la, tarefa dificil, pois, ainda está a carregar baterias. Tem um toque bem agradável e quando a ponho na mão, excito-me logo com vontade de a levar para todo o lado, apontá-la para aqui, apontá-la para ali, enfim, apontá-la para todo o lado. Aumentar, diminuir, quero experimentar tudo! O pior, é que é tão bonita que toda a gente vai querer segurar nela para a ver melhor. Tenho de ter imenso cuidado para não a estragarem. Sim, não é qualquer fulano que lhe vai por a mão.
Ups, parece que está a acordar. Desculpem-me mas agora tenho de ir. Quero ver como reage a mim. Possivelmente com um grande sorriso, assim como estou eu agora. Ah!!! A minha é preta!
Recordam-se das Carmensitas de há um ano? Pois, este ano vão ser as Madonnas com o "Hung Up". O lugar será em Praga, 4 dias, e saio já no dia 1 de Dezembro.
Agora tenho de ver o video-clip centenas de vezes até decorar a coreografia. Vai ser bonito, vai...
Vou fazer escala de 4 horas em Amesterdão e nem pensem que vou ficar no aeroporto à espera do avião!
Ontem deve ter sido o dia mundial do verde e do preto! Lá no trabalho, éramos pelo menos umas dez gajas (sim, eu também estava incluída) a envergar uma parte de baixo (saia ou calças) preta e uma camisola verde. Um dos meus colegas perguntava: "Vêm de farda, é?", enquanto outro, mais espirituoso, rematava "E a bandeirada hoje, está a como?" Resposta na ponta da língua: "Não está para o teu bolso..." E assim se passou mais um dia no meio dos processos, desta vez rodeada por um universo de "árvores".
Pois, ainda não se concretizou aquilo que esperava na quarta-feira. Talvez para a semana. O que vale para acalmar esta minha ansiedade é o bebé ter chegado ontem à noite. É como se já estivesse de fim-de-semana!!!
Tal como havia anunciado, o passado fim-de-semana foi passado em Coimbra, não necessariamente rodeada de estudantes que esses, ao fim de semana, rumam aos seus ninhos, abandonando a cidade aos nativos e àqueles que, por serem de mais longe (leia-se Algarve ou ilhas) só vão a casa nas férias...
O móbil não podia ser melhor: a comemoração do quarto de século do grande Contagotas! Para variar (e também para reviver bons momentos da minha passada vida), resolvi ir de comboio e não de autocarro. Embora um pouco mais dispendioso, valeu a pena. Gosto mesmo de comboios.
Pouco depois do meio-dia de Sábado lá estava eu na estação de Santa Apolónia. Nunca lá tinha estado. Para casa, vou sempre de autocarro (por uma questão de comodismo) e, da única vez que fui ao Porto de comboio, apanhei-o na Gare do Oriente. Foi uma sensação incrível. Parecia que tinha voltado atrás no tempo e que estava de novo a viver momentos de felicidade distante. Conclusão: tenho de ir passar mais fins-de-semana fora (de comboio, bem entendido).
A viagem foi simpática, regada por alguns travos de sono e uns gomos de leitura (quando acabar este, cá terão nova crítica). Chegada a Coimbra, aguardo que me venham buscar à estação. Depois de subir, subir, subir, o contacto com a nova casa do Contagotas, o pousar das malas, a troca de presentes e a saída para uma voltinha pela Alta. Lanche num café ao pé da Sé Velha.
Depois de um compasso de espera, ida até ao restaurante para a comemoração propriamente dita. O rever de conhecidos e amigos, a troca de beijinhos, os sorrisos que dão lugar a gargalhadas depois de alguns copos cheios. Seguidamente, o “Moelas”, um barzito simpático, com bebidas baratas (como, de resto, é costume por aquelas paragens) e, lá mais para a frente, o “Noites Longas”. A música, não sendo propriamente do meu agrado, melhorou com o passar do tempo...
Ontem, depois de dormir (enregelhada) até às 13, tive direito a mais uma dose de soja (sim, o Contagotas é o meu amigo vegetariano que antes comia frango assado no dia de anos!). Incrivelmente, a dose de ontem estava especialmente intragável... Lá fiquei eu sem almoçar de jeito! É que até o próprio leite era de soja!
Quando fui comprar bilhete de volta, já não os havia em segunda classe, pelo que aqui a menina veio em primeira! Adorei!!! Não quero outra coisa a partir de hoje! Adorei as poltronas, com imenso espaço e, especialmente, a ausência de tropas armados em galarós...
Nota final: o frio da noite de Sábado resultou numa brilhante constipação aqui da menina. Passei o dia todo a espirrar e a assoar-me, o que me proporciona um belo nariz batata!
Caríssimos: Ao que parece, não sou mesmo deste mundo. Que o diga o resultado deste teste "Which film do I belong in?" É, de facto, revelador! Aguardo ansiosamente a chegada de um vaivém (só de ida) que me teletransporte para junto dos meus irmãos...
Caríssimos: Quarta-feira foi mais um dia de ante-estreia (e nem só), desta vez sem a companhia do co-escriba Zoick.
Primeiro, fui ver A Lenda de Zorro. Não sendo uma fã deste herói da mascarilha, não eram grandes as expectativas que me acompanhavam. E o filme também não veio o veio alterar por aí além. No entanto, vê-se e não me apeteceu fugir dali... A história é velha e cheira a mofo: um herói dos outros tempos vê-se obrigado a escolher entre a família e a sua vida de herói, optando pela segunda. Elena (Catherine Zeta-Jones) vê-se obrigada a ceder a chantagem para proteger a identidade secreta de Alejandro (Antonio Banderas) e isso desencadeia uma série de mal-entendidos e situações desagradáveis na família. Uma tentativa de destruição da América, na esperança de que isso trave a eminente supremacia em relação à Europa, aliada à descoberta da nitroglicerina como arma de destruição são os restantes ingredientes de uma história um tanto débil que apenas se salva pela introdução de Joachín, o filho de Alejandro e Elena. O miúdo tem toda a energia e sagacidade do pai, aliada à inteligência da mãe. **
Depois, foi a vez de Flightplan - Pânico a Bordo. Qualquer semelhança com o filme de 2002 Panic Room (Sala de Pânico) não é mera coincidência. A actriz é a mesma, o título (em português, pelo menos) é parecido, a história tem grandes semelhanças, as expressões são as mesmas e até algumas sequências parecem ter sido retiradas ipsis verbis do filme de 2002. Ao ver este filme, ficamos com a ideia de que estamos a ver um remake, com algumas alterações, do filme de David Fincher. Uma menção a Peter Sarsgaard (Boys Don't Cry - eu sabia que a cara dele não me era estranha!): a expressão alienada do tipo durante todo o filme chega a ser irritante. Uma pessoa chega a questionar-se se aquilo será tudo falta de jeito... Poderia ser um bom filme, se não fosse um "copycat" (outro grande filme, por sinal). ***
Colin Farrell beija Maradona na boca, num bar, no meio do entusiasmo de o ver. Além de que nesta noticia não sabiam quem era o homem que Colin beijava!
Como será que resultaria em Portugal? Será que levariam um strick?
Caríssimos: Ontem foi dia de ante-estreia: Elizabethtown, na companhia do Zoick. Depois de um dia tão acelerado como o de ontem, só mesmo um grande filme para acabar o dia em grande! O que eu penso das comédias, já todos sabem. Elizabethtown é exactamente o reverso da medalha: é uma comédia com todos os requintes e motivos para ser um grande sucesso (na minha lista pessoal ocupa já um lugar de destaque...). Ao contrário das comédias de plástico, desta sai-se com motivos para recordar uma ou outra expressão, uma ou outra gargalhada mais expressiva, um ou outro momento mais marcante e, através do filme, imaginamos um novo mundo (alternativo ou não), em que tudo é saudavelmente maluco! Quanto à história: Drew (Orlando Bloom) é um jovem estagiário numa grande firma de sapatos que tinha tudo para ser um designer de sucesso (até a sua criação se revelar num fracasso e ter um prejuízo de mil milhões de dólares), uma namorada (que o deixa de ser, por esse motivo) e uma família (unida, mas nem tanto). Claire (Kirsten Dunst) é uma jovem hospedeira de bordo, determinada e inebriante. Os dois conhecem-se no ar, durante uma viagem nocturna para Louisville, em que Drew é o único passageiro em classe turística. A partir daí, Claire controla o movimento das peças de xadrez, as brancas e as pretas, as suas e as dele... De referir cenas como a do “enterro”, com o famoso fato azul, a da homenagem ao morto, com a sessão de stand-up comedy e sapateado protagonizada por Susan Sarandon, uma viúva muito sui generis, e a sequência final, de uma viagem calculada ao segundo, com traços de uma verdadeira caça ao tesouro...
Comentários extra-cinematográficos: 1. Não gosto de homens com cara de gaja. Neste filme, Bloom consegue fugir ao ar angélico de elfo que o vai marcar para sempre e até adquire um certo ar de macho (se é que isso é possível). 2. Gosto da Kristen Dunst. Gosto do sorriso dela, com aqueles dentes desalinhados. É agradável. Gosto da personagem Claire. Gosto da mulher determinada que luta por aquilo que quer e que planeia cuidadosamente os seus movimentos, antecipando a jogada do adversário. 3. Gosto do argumento, que proporciona umas boas gargalhadas, sem as tornar de “plástico”. 4. Gosto de voltar para casa com um sorriso nos lábios, fruto de um dia bom. ****
A minha terceira paixão é a fotografia. Já há muitos anos que comprei a minha primeira maquina reflex (vai fazer 20). Depois comprei uma Nikon F50 e mais duas objectivas. Desde há 2 anos que tenho uma digital compacta e isso tem-me feito esquecer um pouco a outra, com muita pena. Sim, é um hobby muito caro e nem quero fazer a conta ao dinheiro que já gastei nisso.
Mas agora gostava de gastar um pouco mais e adquirir a Nikon D70s. Será que vou dar uso ao subsidio de Natal? A ver vamos...
Agora deixo-vos uma imagem de um fotógrafo (Benjamim Fonseca e Silva), cujo trabalho admiro imenso e não sei como nunca tinha colocado o seu blog (FotoBen)nos blinks. Cada dia coloca uma foto nova.
Sempre é mais barato tirar um curso de fotografia profissional que a minha segunda paixão. As paixões saem-me caras, bolas! Que o diga a minha primeira paixão. Ah! E esta terceria paixão tenho-a em comum com o bebé!
Muitas das pessoas que conheço saíram do local onde nasceram para fazerem a sua vida longe da familia. Alegra-me ouvi-los falar da sua "terrinha" e da forma como anseiam em lá ir para matar saudades.
Comigo isso não acontece, pois nasci em Lisboa e nela vivo. Isto é, vivo ao lado, mas todos os dias lá passo. Não querendo puxar a brasa à minha sardinha, mas sinto-me numa situação pior: os meus pais regressaram à sua "terrinha" e deixaram-me abandonado, por aqui, não podendo dizer aos meus amigos que vou à minha"terrinha", pois estou junto dela. Resta-me a terra dos outros para matar saudades.
Devido aos últimos acontecimentos/visitas, o Zoickarias viu-se na obrigação de contratar um outsourcing para tradução do mesmo. Foi feito concurso à porta fechada e o mais barato que nos apareceu foi o Google. Por isso não se queixem do serviço prestado. Já sabem que isto do outsourcing não é o mesmo que "faça você mesmo" no entanto espero que ajude futuras visitas.
Ah!!! O serviço de tradução encontra-se aqui, na barra à direita, em cima...
Isto, como comentário, é capaz de não ter o efeito desejado, que é passar a mensagem, por isso aqui ficam as minhas, mensagens, pois claro:
Chris: Hallo Chris! Willkommen zu unserem Blog! Wir hoffen, dass es dir gefällt... Falls du Interesse an irgendwelche Post hast, frag mal, was es auf Deutsch bedeutet. Ok?Kusschen
Ricardo: Como vês, em menos de uma semana (desde que demos pela tua presença) tornáste-te no nosso herói! É bom saber que há alguém "viciado" naquilo que nós escrevemos, apesar de, por vezes, o que escrevemos servir para nos arrancar aquele bocado de alma que está dorido e que teima em persistir! Espero que continues a visitar-nos com toda essa vontade e que vás deixando mais comentários. Gostamos de saber a opinião dos nossos post-leitores! P.S. É verdade, a nossa vida é animada (por vezes demais) mas nem sempre muito divertida!
Gattaca: Apesar de já ter comentado o post do Zoick e da Ziggy, e de te ter dado os parabéns de viva voz, e, como, para mim, os votos de felicidades nunca são demais, cá vai, mais uma vez: PARABÉNS!
W e Nuba: Gosto imenso do vosso blog e dos comentários que o W deixa por cá, no nosso. O único problema é a roupa interior dos vossos modelos... Aquelas cuecas brancas deprimem-me... Lol Procuram-se modelos mais coloridos!
Por hoje não há mais mensagens, sorry... Vou prós movies com o co-escriba Zoick!
Ontem, chegado a casa, jantado e voado, ligo o messenger e encontro a AV e o Mx (Nicks mais pequenos era impossivel, de certeza! O TTT faltou devido a outros afazeres) a convocarem uma reunião extraordinária por causa de um comentário no Zoickarias. Parecia ter sido declarado estado de sítio. A AV entusiasmadissima escrevia a um ritmo de 1 palavra/s e o Mx estava ainda atónito com a declaração. Depois de horas em conselho decidimos fazer o seguinte comunicado ao nosso caro leitor:
Caro Ricardo,
ficamos muito lisonjeados pelo seu comentário. Agrada-nos que o blog divirta os seus leitores e ao mesmo tempo faça pensar, pois foi nesse sentido que foi criado. No entanto tal acarréta-nos algumas responsabilidades. Pois é sabido que no Zoickarias os postadores, principalmente nos últimos tempos, não anda muito animados: ora é a AV com os seus mundos alternativos, ora é o Mx que não posta, ora é o TTT que nunca mais filosofou, ora sou eu que ando para aqui metido em sessões sado-maso. Foi em relação a este assunto que nos assustámos! Será que as nossas vidas são assim tão divertidas?
Tomámos uma decisão: deste modo teremos que manter nosso ritmo de postagem, assim como, a temática melo-dramática, depressões, tristezas e afins...
Sem outro assunto (de relevância neste momento) e com um abraço diplomático, Zoick, Av, Mx
Caríssimos: para comemorar a aquisição revelada no post anterior, fui, a correr, ver O Fiel Jardineiro (The Constant Gardener), realizado por Fernando Meirelles, interpretado por Ralph Fiennes e Rachel Weisz e baseado num romance de John Le Carré. Habituados que estamos ao estilo policial do autor de O Alfaiate do Panamá, não nos surpeende, portanto, que O Fiel Jardineiro nos transporte para uma estufa de mistério e conspiração, onde cresce uma semente de morte, regada por uma intriga farmacêutica. Justin procura, ele próprio, encontrar os culpados da morte da mulher, Tessa, que amava profundamente. Nessa busca, acaba por se envolver na pesquisa que conduziu à morte de Tessa e torna-se, ele próprio, um alvo a abater. O Fiel Jardineiroretrata-nos o mundo da pesquisa farmacêutica e os meios a que não olham para chegar aos seus fins. Um filme triste, mas agradável, com uma boa imagem e excelentes actores. ****
É oficial! Adquiri hoje o meu KingKard. Até aqui não se justificara, mas tenciono voltar a passar grande parte dos meus dias nas salas e, portanto, já foi. Preparem-se, que vão chover comentários de filmes!
Como é possível alguém gostar de fazer arrumações/limpezas?
Eu detesto. Detesto todo e qualquer trabalho de dona de casa. Cá para mim, gaja que é gaja tem formas bem mais interessantes de passar o tempo do que agarrada ao tubo do aspirador ou ao cabo da vassoura!
Felizmente e infelizmente, isto das limpezas/arrumações só me costuma dar em casos extremos, como já vinha sendo o caso. Tal facto aliado a um fim-de-semana sem trabalho extra levaram a que, finalmente, me decidisse. O grande problema é que começo sempre por aquilo que não está à vista, ou seja, roupeiro e cómoda (tudo cá para fora e vamos lá ver como arrumar isto tudo decentemente). Assim sendo, fico depois sem ânimo para continuar para o resto das (des)arrumações. Alegrem-se, contudo, algumas almas: quando cá vierem, já têm onde se sentar!
Faço-vos aqui uma confissão: sou a pessoa mais desarrumada que conheço e não morro de vergonha por isso. Morro de comichões só de pensar em alguns colegas meus que têm as mesas sempre super-hiper-jumbo-mega arrumadinhas, os processos todos alinhados e cujas meias, lá em casa, estão arrumadas por cores, alfabeticamente!!! Ai que urticária!
Mas não sou só eu que não gosto de tais tarefas: o meu nariz, sempre que sonha que vai cheirar o pano do pó ou aquelas camisolas que estão guardadas desde a estação passada, começa em ebulição. Hoje tem sido uma verdadeira sinfonia, digna de qualquer Bethoven!
Ao ler esta posta do Juanito (ainda não me habituei chamar-lhe Pedro), do "De Puta Madre", pensei logo no bebé que não veio cá acima este fim-de-semana, como já devem ter reparado pela quantidade de posts que aqui tem aparecido... (Há que matar o tempo com alguma coisa, né?)
Compreendo, agora, o significado da célebre frase "A vida são 3 dias...": ao fim de 3 dias já estou mortinho de saudades!
Reparo que ando a escrever demasiadas reticências em tudo o que escrevo: ele é em postas; ele é em comentários; até nos comentários do código do programa que ando a escrever lá no trabalho.
- Amo-te. E tu? - Não se dizem essas coisas entre homens.
Caríssimos: vim agorinha mesmo da última representação da peça Karamel no Teatro da Comuna.
Protagonizado por Vitor de Sousa e Hugo Teixeira, Karamel retrata-nos a história de um escritor quarentão que se apaixona (quase doentiamente) por um jovem de 18 anos que, apesar de não ser 100% gay, se entrega a este "amor". Kamel, o jovem, é um oportunista e chulo, que não resiste a roubar Gil, sempre que tem hipótese. Na tentativa de agarrar este amor arrebatado e avassalador, Gil perdoa, repetidamente, os desvaires do jovem e dá-lhe sempre mais uma oportunidade, que Kamel teima em desperdiçar...
Karamel é uma peça envolvente, que nos agarra do princípio ao fim, sem se tornar fatigante, com diálogos vivos e muito dinâmicos, numa encenação muito bem conseguida de João Mota.
Não desanime quem não viu: a peça vai agora para o Auditório Ruy de Carvalho, em Carnaxide, a partir de 10 de Novembro e até ao princípio de Dezembro, sempre às quintas, sextas e sábados, às 21H30! ****
Não sabia ao que ía e, para mais, fui antes da hora: quando lá cheguei não havia viva alma, nem um só a quem eu perguntasse pela aula. Lá fui até à entrada principal onde estava um folheto informativo e onde indicava que as aulas eram às 9:30. Assim lá fiz um tempo enquanto não chegavam as pessoas.
E começaram a chegar, e aos magotes. Não conseguia perceber quem seria o professor no meio daquela gente e não é que às 9:30, em ponto, todas as pessoas formam umas filas tipo formatura e começam a imitar um gajo que estava à frente deles. Nem deu tempo de fazer qualquer pergunta nem nada. Toca de me juntar à formação e tentar imitá-los.
Só me lembrava do comentário do Nic acerca de pôr uns chineses a imitar o samba! Tivemos para aí 45 minutos de aquecimento, com tanto esfreganço que até metia impressão. Ora era passar as mãos na cara, ora passavamos as mãos no ventre. Era massajar aqui, tornear ali...
Quando já me estava a habituar começam a fazer um movimento da arte Tai Chi. Ai... Foi o descalabro... Desengoncei-me todo... Até ía caíndo...
Estivemos hora e meia a aprender este movimento com alguns exercicios pelo meio para melhor efectuar os passos. Eu, que até sou um zero à esquerda em coreografias, não me saí muito mal. No fim já estava a fazer aquilo bem e com preceito. Agora só falta ficar menos tenso nos movimentos. Adorei!
Caríssimos: ontem ao final do dia, apesar de algumas desistências e contratempos, fui ver As Bonecas Russas (Les Poupées Russes), que surge como continuação do aclamado A Residência Espanhola. Tenho a dizer que sim, que gostei. Tal como acontecia no filme anterior, este apresenta-nos grande parte das dúvidas que atormentam o espírito de uma mente contemporânea, representando-nas com a simplicidade e consistência de uma história simples, mas bem estruturada. Romain Duris é, sem dúvida, um dos grandes nomes do cinema francês e Audrey Tautou vem, mais uma vez, provar que a representação lhe corre no sangue. Uma nota final: eu também fiz ERASMUS e não tive, propriamente, experiências deste tipo... ****
Hoje fui com umas colegas a uma perfumaria lá ao pé do trabalho. Elas iam buscar uma encomenda e eu fui fazer companhia. O dono da lojinha, que é todo cheio de frenequites, veio logo perguntar-me se me podia aplicar um gloss que lá tinha e que me ia ficar lindamente. No meio de uma exemplificação de como fazer uma manicure à francesa na sua própria unha (que por acaso estavam muito mais bem cuidadas do que as minhas, devo confessar), lá me foi dizendo que eu estava muito branca e que me ia dar um ar de caraíbas. Vai daí, limpa-me a pele, aplica-me base, sombra, rímel e o tal gloss... Resumindo: saí de lá com uma nova imagem (caribean look), um gloss na carteira e um grande sorriso nos lábios. Sabe bem sermos apaparicadas de vez em quando!
Amanhã vou experimentar uma aula de Tai Chi. Já há muito tempo que ando com vontade de praticar esta modalidade e como, no Parque dos Poetas, aos Sábados pelas 9 horas, existem umas aulas gratuitas, vou espreitar. Se gostar lá estarei todos os Sábados à mesma hora!
Afinal na semana passada esqueci-me do tubinho. Passou para hoje, a recolha de sangue, também. Lá fui eu, para a sala da recolha onde estava uma enfermeira, novita, a tentar ser simpática (deve ter sido pela quantidade de queixas que houve...). Faz-me o garrote, mais apertado que sei lá o que, e vai de espetar a agulha! Resultado: um hematoma no braço. E fez isto tudo sem luvas... Já pensei em queixar-me à seguradora laboral!
"Quis ver como era saltar para o público na MTV, mas foi a última vez... Digamos que me tocaram onde não deviam."
Robbie Williams
Para quem viu ontem os EMA e viu o salto que o Robbie Williams deu para o público, de certeza que reparou na dificuldade do moço em voltar ao palco. Para mim não foi a experiência de o fazer no MTV mas sim em Portugal. Ainda dizem que são os Espanhois que teem a fama de ver com as mãos. Pois que se viu muita mãozinha a tocar em todo o corpo do cantor e parecia que não queriam largar. Mas, também, depois disto o que é que ele queria?
... Farta de começar o dia a “lamber” armários à procura de processos que “alguém” deixou mal arquivados. ... Farta de chegar a casa e, à minha espera, só ter um quarto vazio e, ainda por cima, completamente desarrumado. ... Farta de acordar cedo, de apanhar o mesmo autocarro, de ver as mesmas pessoas. ... Farta de ir à copa do meu local de trabalho e apanhar um banho de fumo. ... Farta de ser eu a convidar, a telefonar, a meter conversa. ... Farta de levar tampas. ... Farta de fazer comida só para mim. ... Farta de sonhar acordada e acordar para perceber que esse sonho não existe. ... Farta de tentar enganar-me, dizendo que não sinto falta dos amigos que se perderam. ... Farta de querer tudo e de não conseguir nada. ... Farta de mim, farta do mundo!
Caríssimos: no seguimento do último post do co-escriba Zoick, vejo-me na obrigação de referir a nossa ida ao cinema na Segunda à noite e dar a minha opinião sobre a referida película.
Não gosto muito de comédias. É um facto. Também é um facto que, sempre que vou ver uma, até acabo por dar algumas boas gargalhadas (às vezes mais estridentes do que algumas pessoas que me acompanham desejariam). Facto final é que, quando de lá saio, raramente trago algo de novo. Rio-me, é verdade, mas isso não me enche as reservas de ideias para o resto da semana... Por vezes, sinto que é uma perda de tempo ir ver comédias, ou melhor, é uma forma de matar o tempo à gargalhada!
Os Fura-Casamentos é daquelas comédias que eu, à partida até vou ver (normalmente fujo de filmes com o Lesley Nielson e com o Steve Martin - que teimo em confundir). Por isso, e como o panorama cinematográfico não está particularmente rico, lá fomos.
Ri-me, é verdade. Ri-me muito mais do que tem acontecido ultimamente, mas saí de lá vazia. É um filme que se esgota na sala. Não nos acompanha para o nosso dia a dia e daqui a dois meses, já não nos lembramos que o vimos. Mas se o objectivo é alienarmo-nos do mundo exterior e passar duas horas a sorrir, pelo menos, vão ver.
Afinal consegui fazer muito pouca coisa nestes 4 dias:
Também fiz outras coisas, que não tinha proposto, como ir ao cinema, na segunda-feira, ao El Corte Inglés. Lembrar-me de não voltar a pôr o carro no parque. Embora gratuito estive 20 minutos para sair do parque. O bebé é que teve sorte, acabou por achar uma nota de 10€. A princípio julgava que era partida de Halloween. Mas não, a nota era bem verdadeira.
Hoje já estou sozinho, outra vez, e com saudades...
Caríssimos: fui hoje à tarde ver mais uma adaptação (esta muitíssimo livre) da obra do grande Eça. O filme, por ser mais uma adaptação de um já sobejamente conhecido romance, não nos traz propriamente nada de novo, a não ser a transposição para os nossos dias de uma história que, na sua época (e ainda hoje), foi motivo de tanta discussão. Não vou falar da história, que essa todos conhecem. A realçar nesta adaptação temos o desempenho do Rui Unas e do Diogo Morgado que desempenham o papel de dois homossexuais da paróquia do Padre Amaro. Divertidíssimos! A história, transporta para os nossos dias, passa-se num dos bairros degradados de Lisboa, no meio de traficantes, rappers, prostitutas e negros, que Amaro consegue chamar à igreja pela forma como os ajuda, nos diferentes momentos das suas vidas. A cena com a polícia é um pouco surreal, mas pronto, não se pode pedir tudo! Há momentos de franco exagero, mas no cômputo geral, vale a pena ir ver! ***
Caros: uma pequena sugestão para uma noite bem passada e bem comida.
Ontem, a convite de uns amigos, fui jantar ao "La Gondola", na Av. de Berna, já a chegar à Praça de Espanha, mesmo em frente da Fundação Calouste Gulbenkian. O restaurante é muito agradável e calminho, propício a climas mais românticos. A comida é internacional, e lá voltei eu outra vez ao italiano (desta vez pasta fresca com camarão).
Amigos: ao contrário de certas e determinadas pessoas que povoam o nosso estranho mundo, eu GOSTO de fazer anos. Gosto mesmo. Gosto de começar a pensar na data com imensa antecedência, de ponderar o que gostaria de fazer, com quem gostaria de estar, onde gostaria de ir, o que gostaria de receber, quem gostaria que me ligasse, etc. Por contingências que para aqui agora não são chamadas, o meu aniversário no ano passado foi algo mórbido. Apesar de, lá bem no fundo, ter vontade de fazer qualquer coisa de diferente, de organizar qualquer coisa, o certo é que me deixei ficar encolhida debaixo da manta de retalhos da vida, a lamentar-me pela minha falta de vida! Este ano, como até seria uma data especial, queria fazer algo em grande, vingar-me pelo ano passado e blablabla. Na terça, lá combinei um almocito com o pessoal do trabalho (depois de alguns ajustes de última hora compareceram 23 pessoas) num restaurante chamado "Baía de Todos os Santos", que tem comida italiana e brasileira, onde eu já tinha almoçado e de que gostara muito (tendo em conta as outras possibilidades ali perto). Como temos limites temporais de 60 minutos para a refeição a meio do dia, e como estava presente cerca de 50% da nossa área, foi tudo muito à pressa e um bocado stressante: alguns pratos não estavam exactamente como as pessoas esperavam, ainda demoraram um bom bocado a atender-nos, mais ainda a fazer-nos a conta, enfim, um stress. À noite, resolvi seguir os moldes de um grande amigo meu e comprar frango assado para o jantar (se bem que, tendo-se ele tornado vegetariano, não sei se este ano vai voltar a comprar frango para a festa...Lol) A coisa também foi um pouco atabalhoada, porque foi combinada em cima do joelho, mas correu tudo MUITO BEM. Gostei mesmo do jantar e do bolo de chocolate... A grande festa de aniversário estava agendada para sexta, no ristorante Valentino, pelas 21H00. Tinha marcado para 25 pessoas, no próprio dia liguei a alterar para 18 e, quando lá cheguei, já só éramos 14 para jantar! É claro que levei nas orelhas: as pessoas cortam-se assim à última hora e quem leva por tabela é a própria aniversariante! Detesto estas cenas! Apesar do serviço extremamente lento (estivemos perto de uma hora à espera que nos viessem perguntar qualquer coisa, nem mesmo o que queríamos para beber...) e de não terem pasta fresca (que metade das pessoas queria comer), o jantar foi bastante bom e animado. Estavam lá as pessoas de quem gosto, que estavam bem-dispostas (à parte de uma ou outra dor de cabeça) e o saldo foi bastante positivo. Saímos de lá já perto da meia noite e meia e, depois de muitas indecisões, sugestões, rebatimentos e afins, decidimos ir até ao Hard Rock Café (que até é já ali ao lado), para beber um copo, enquanto se faziam horas de ir abanar o capacete. Dali fomos para o BBC (onde eu nunca tinha entrado) e onde ficamos até perto das quatro. A minha intenção de só voltar para casa na manhã do dia seguinte foi assim defraudada e privada de grandes entusiasmos. No BBC já só éramos 6, depois de muitas desistências e incompatibilidades comportamentais e musicais. Entramos assim no campo das desilusões. Lá está, uma pessoa só se sente defraudada e desiludida, quando tem objectivos concretos que tenciona alcançar (post da esperança). Um telefonema, por exemplo. Podemos receber todos os telefonemas do mundo, mas se aquela pessoa em específico não telefona, todo o dia fica pela metade, falta-nos qualquer coisa. Entre outros pequenos nadas, o meu aniversário resultou, mais uma vez, numa pequena desilusão! Beijos